A professora Suliana Aparecida Apoittia, de 42 anos, morreu após ser atacada por um enxame de abelhas, em uma fazenda próxima à rodovia Transpantaneira, no Pantanal mato-grossense, nesse sábado (7).
O g1 entrou em contato com o Corpo de Bombeiros, que informou ter sido acionado por familiares da vítima. No entanto, quando a equipe chegou ao local, ela já estava sem vida.
A vice presidente do Projeto Jaguar ID, Helena Aimee, relatou ao g1 que, pela manhã, Suliana trabalhava no Centro de Educação Ambiental Terra da Onça-Pintada, na região de Porto Jofre. À tarde, atuava como boiadeira.
"Além de professora, ela era mãe, apaixonada pelo Pantanal, pelos cavalos, uma pantaneira raiz mesmo. Ela cavalgava sem cela, uma das mulheres mais fortes que conheci", disse.
Segundo pessoas próximas à professora, o ataque aconteceu enquanto ela participava de uma comitiva de gado, prática tradicional da pecuária brasileira, especialmente no Pantanal. Nessa atividade, um grupo conduz o gado a pé ou a cavalo por longas distâncias entre fazendas.
Nas redes sociais, amigos, guias de turismo e fotógrafos que atuam no Pantanal prestaram condolências aos familiares e lamentaram a morte de Suliana.
O que fazer em caso de ataques de abelhas?
Ao encontrar um enxame ou colmeia:
O g1 entrou em contato com o Corpo de Bombeiros, que informou ter sido acionado por familiares da vítima. No entanto, quando a equipe chegou ao local, ela já estava sem vida.
A vice presidente do Projeto Jaguar ID, Helena Aimee, relatou ao g1 que, pela manhã, Suliana trabalhava no Centro de Educação Ambiental Terra da Onça-Pintada, na região de Porto Jofre. À tarde, atuava como boiadeira.
"Além de professora, ela era mãe, apaixonada pelo Pantanal, pelos cavalos, uma pantaneira raiz mesmo. Ela cavalgava sem cela, uma das mulheres mais fortes que conheci", disse.
Segundo pessoas próximas à professora, o ataque aconteceu enquanto ela participava de uma comitiva de gado, prática tradicional da pecuária brasileira, especialmente no Pantanal. Nessa atividade, um grupo conduz o gado a pé ou a cavalo por longas distâncias entre fazendas.
Nas redes sociais, amigos, guias de turismo e fotógrafos que atuam no Pantanal prestaram condolências aos familiares e lamentaram a morte de Suliana.
O que fazer em caso de ataques de abelhas?
Ao encontrar um enxame ou colmeia:
- Não se aproxime: mantenha distância segura do enxame ou da colmeia.
- Não tente remover por conta própria: a remoção inadequada coloca você e outras pessoas em risco.
- Chame ajuda especializada: acione o Corpo de Bombeiros, a Defesa Civil da sua cidade ou um apicultor profissional para fazer a remoção segura.
- Evite perturbações: não faça barulhos altos, não use máquinas como roçadeiras perto do local e evite aplicar inseticidas.
Para evitar ataques em áreas de mata ou trilhas:
Use roupas claras: cores escuras podem atrair as abelhas.
Fique atento aos sinais: se abelhas começarem a voar de forma agressiva na sua frente, afaste-se lentamente. É um sinal de alerta.
Durante um ataque:
- Corra imediatamente: afaste-se o mais rápido possível do local do ataque.
- Corra em zigue-zague: esse movimento ajuda a desorientar as abelhas e dificulta a perseguição.
- Proteja o rosto e o pescoço: use uma camisa, toalha ou qualquer tecido para cobrir as áreas mais vulneráveis.
- Procure um abrigo fechado: entre em um carro, casa ou qualquer edificação para se proteger.
- Não faça movimentos bruscos: tentar bater nas abelhas pode irritá-las ainda mais.
- Não pule na água: evite se jogar em rios ou lagos, pois as abelhas podem esperar na superfície e há risco de afogamento.
Comentários: