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Política

Pivetta nega ser “vice decorativo” e se diz pronto para assumir MT

Vice-governador fez discurso na Assembleia e citou investimentos de quase R$ 30 bi em sete anos

Pivetta nega ser “vice decorativo” e se diz pronto para assumir MT
O vice-governador Otaviano Pivetta, que disse seguir "no mesmo rumo" em eventual gestão Foto: Reprodução
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O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) afirmou que se sente “preparado” para assumir o Governo, caso o governador Mauro Mendes (União) renuncie em abril para concorrer ao Senado. Ele disse já está “a par” de tudo e que dará continuidade aos avanços da gestão.

Em discurso na abertura do ano legislativo da Assembleia, nesta segunda-feira (2), o vice afirmou que o estado está seguindo pelo caminho certo. 

“Se o Mauro realmente decidir se descompatibilizar, estarei preparado, pronto, entusiasmado, otimista e seguro, porque estou a par de tudo. E continuarei nesse rumo que ajudei a colocar [o Estado], acredito que estamos no caminho certo”, disse. 

Além de assumir caso Mendes deixe o cargo, Pivetta será candidato em outubro e tem adotado o discurso de continuidade, destacando os feitos da atual gestão. 

O vice citou ainda a ‘guinada’ nos rumos do Estado, com a destinação de R$ 29 bilhões para investimentos diretos para os municípios ao longo dos últimos sete anos, mesmo tendo assumido o Estado em 2019 com dificuldades financeiras. 

Segundo ele, ao assumir o estado tinha um passivo formal de R$ 1,5 bilhão em dívidas. 

“Pegamos Mato Grosso com um passivo formal de R$ 1,5 bilhão, de 2019 à 2025, que encerramos agora, nós destinamos para investimentos em parceria e diretos, R$ 29 bilhões. E o Mauro chega no último ano de Governo, entregando um estado organizado, saneado e com caixa disponível para honrar todos os compromissos”, destacou. 

Boa harmonia 

Pivetta, ao citar os bons resultados, destacou a parceria que tem com o governador Mauro Mendes e disse, caso tudo terminasse ao fim deste ano, ele já se sentiria cumpridor do seu dever. 

Ele negou que tenha sido um ‘vice decorativo’ e citou a boa harmonia e a liberdade de decisão que tinha na gestão, para colocar em prática o que via como adequado. 

“Pela primeira vez um vice-governador fica ao lado de um governador por oito anos, durante todo o tempo [do mandato] com harmonia e espírito de colaboração. Eu me senti muito útil nesses sete anos, porque o governador me incumbiu de várias tarefas e me deu liberdade para colocar em prática o que havia aprendido em 16 anos de vida pública”, encerrou.

FONTE/CRÉDITOS: Olhar Alerta
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