Terá início nessa semana, o plantio da lavoura comunitária na terra indígena Marãiwatsédé referente à safra 2025/26. A ação marca mais um passo importante da Secretaria de Assuntos Indígenas, Empaer e Prefeitura Municipal, no fortalecimento da segurança alimentar, da autonomia produtiva e da valorização dos saberes tradicionais do povo Xavante da região.
A lavoura comunitária é resultado de um esforço coletivo da comunidade indígena, que através do Secretário Rosemir Ferreira e do Extensionista Fábio Boeck, FUNAI e Conab, vêm construindo com base no planejamento participativo e no uso responsável do território. O plantio reúne famílias da TI Marãiwatsédé e reforça a agricultura como instrumento de geração de renda, sustentabilidade e preservação cultural.
A iniciativa conta com importantes parcerias institucionais, envolvendo órgãos públicos, entidades de apoio técnico e parceiros locais, que atuam de forma integrada no fornecimento de assistência técnica, insumos, logística e acompanhamento das atividades agrícolas. Essas parcerias têm sido fundamentais para garantir melhores condições de produção, respeitando a realidade sociocultural e ambiental da comunidade indígena.
De acordo com as lideranças locais, a lavoura comunitária vai além da produção agrícola. Ela representa um símbolo de resistência, organização e fortalecimento da autonomia indígena, contribuindo para o bem-estar das famílias e para a proteção do território.
A safra 2025/26 reforça o compromisso da administração municipal para com o povo Xavante, com um modelo de desenvolvimento sustentável, baseado na cooperação, no respeito à terra e na construção de parcerias que reconhecem o protagonismo indígena na gestão de seus próprios projetos produtivos.
A lavoura comunitária é resultado de um esforço coletivo da comunidade indígena, que através do Secretário Rosemir Ferreira e do Extensionista Fábio Boeck, FUNAI e Conab, vêm construindo com base no planejamento participativo e no uso responsável do território. O plantio reúne famílias da TI Marãiwatsédé e reforça a agricultura como instrumento de geração de renda, sustentabilidade e preservação cultural.
A iniciativa conta com importantes parcerias institucionais, envolvendo órgãos públicos, entidades de apoio técnico e parceiros locais, que atuam de forma integrada no fornecimento de assistência técnica, insumos, logística e acompanhamento das atividades agrícolas. Essas parcerias têm sido fundamentais para garantir melhores condições de produção, respeitando a realidade sociocultural e ambiental da comunidade indígena.
De acordo com as lideranças locais, a lavoura comunitária vai além da produção agrícola. Ela representa um símbolo de resistência, organização e fortalecimento da autonomia indígena, contribuindo para o bem-estar das famílias e para a proteção do território.
A safra 2025/26 reforça o compromisso da administração municipal para com o povo Xavante, com um modelo de desenvolvimento sustentável, baseado na cooperação, no respeito à terra e na construção de parcerias que reconhecem o protagonismo indígena na gestão de seus próprios projetos produtivos.
FONTE/CRÉDITOS: Agencia da Noticia
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