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Primeira-dama de MT lamenta morte de professora e defende rigor máximo contra crimes de violência doméstica

A primeira-dama de Mato Grosso

Primeira-dama de MT lamenta morte de professora e defende rigor máximo contra crimes de violência doméstica
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A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, se manifestou nessa segunda-feira (16) sobre o assassinato da professora Luciene Naves Correia, de 51 anos, morta dentro de casa, no bairro Osmar Cabral, em Cuiabá. O crime é investigado como feminicídio.
Virginia classificou o episódio como mais um crime cruel contra a vida de uma mulher e reforçou a necessidade de enfrentamento firme à violência doméstica no Estado.

“É mais um crime cruel que tira a vida de uma mulher de forma brutal. Uma professora, uma mãe, uma cidadã que tinha o direito de viver em paz. É impossível não se indignar diante de mais um feminicídio”, declarou.

Leia mais: Professora vítima de feminicídio em Cuiabá viveu 20 anos com assassino e tinha medida protetiva

Segundo informações da Polícia Militar de Mato Grosso, a vítima possuía medida protetiva contra o ex-marido, apontado como principal suspeito. Após o crime, ele tentou fugir e acabou sendo morto durante perseguição.

A primeira-dama destacou que a violência contra a mulher precisa ser combatida com políticas públicas, mas também com punições severas.

“Precisamos cobrar diariamente leis mais duras e punições exemplares. Esses homens precisam ter medo de cometer esse tipo de crime. Precisam saber que, se atentarem contra a vida de uma mulher, passarão o resto da vida na cadeia. Não podemos naturalizar a violência, não podemos aceitar que medidas protetivas sejam desrespeitadas sem consequências rigorosas”, afirmou.

Virginia Mendes também prestou solidariedade à família da vítima e reafirmou o compromisso com ações de proteção às mulheres em Mato Grosso.

“Minha solidariedade aos familiares, aos amigos e aos alunos dessa professora. Que Deus conforte cada coração ferido. Seguiremos trabalhando para fortalecer a rede de proteção às mulheres e evitar que histórias como essa se repitam”, completou.

O caso será investigado pela Polícia Civil de Mato Grosso.

FONTE/CRÉDITOS: Agencia da Noticia
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