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População denuncia cerâmica com forno a lenha no centro de Bom Jesus do Araguaia (MT) por poluição e riscos à saúde

A situação é grave: crianças, adolescentes e adultos, especialmente pessoas acima de 55 anos, têm apresentado problemas respiratórios

População denuncia cerâmica com forno a lenha no centro de Bom Jesus do Araguaia (MT) por poluição e riscos à saúde
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Moradores do centro urbano de Bom Jesus do Araguaia denunciam que uma cerâmica instalada na região vem liberando fumaça e gases tóxicos na atmosfera, colocando em risco a saúde da população e provocando transtornos diários. A situação é grave: crianças, adolescentes e adultos, especialmente pessoas acima de 55 anos, têm apresentado problemas respiratórios devido à exposição contínua à poluição gerada pelos fornos a lenha da cerâmica.

A população alerta que a operação da cerâmica em área residencial é irregular. O empreendimento funciona sem o licenciamento ambiental exigido por lei, contrariando a Lei nº 9.605/98 (Lei de Crimes Ambientais), que prevê sanções penais e administrativas para atividades que causem poluição. A emissão de gases tóxicos também desrespeita os limites estabelecidos pelas resoluções do CONAMA e do CONSEMA, órgãos responsáveis pelo controle da poluição atmosférica no Brasil.

Além do risco à saúde, a situação tem impacto direto nas finanças públicas. O aumento de casos respiratórios sobrecarrega o Sistema Único de Saúde (SUS) do município, administrado pela prefeitura, gerando custos elevados e prejudicando o atendimento à população.

A população cobra ação imediata da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, solicitando fiscalização rigorosa para interromper a emissão de poluentes que afetam crianças e idosos, considerados os grupos mais vulneráveis. Moradores reforçam que a manutenção da cerâmica em operação representa um perigo contínuo, e que a situação exige intervenção urgente dos órgãos de fiscalização ambiental.

Especialistas em saúde pública e meio ambiente alertam que a permanência de atividades poluentes em áreas urbanas residenciais configura risco severo à saúde coletiva e reforçam a necessidade de medidas imediatas para cessar a operação da cerâmica até que todas as exigências legais sejam atendidas.

FONTE/CRÉDITOS: Agencia da Noticia
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Alternativa FM- TV QUERÊNCIA CANAL 12

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