Alternativa FM

663529-2140

Policial

POLÍCIA Empresária, rica e bonita: quem é a farmacêutica presa em MG e que mandou matar advogado em Cuiabá

A relação de Roberto Zampieri com Maria Angélica começou em 2020...

POLÍCIA Empresária, rica e bonita: quem é a farmacêutica presa em MG e que mandou matar advogado em Cuiabá
IMPRIMIR
Use este espaço apenas para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.
enviando
Empresária, rica e bonita: quem é a farmacêutica presa em MG e que mandou matar advogado em Cuiabá
Maria Angélica foi presa no início da noite de quarta-feira, 20, na cidade de Patos de Minas(1.245,8 KM de Cuiabá) por Policiais Civis de Mato Grosso | Arquivo Pessoal

Rica, bonita, fazendeira e empresária e com diversos investimentos em aplicações financeiras. Essas são as atividades principais da farmacêutica, Maria Angélica Caixeta Gontijo, que mandou matar no início da noite do último dia 05 de dezembro, o advogado Roberto Zampieri, quando ele saía do seu escritório, no bairro Bosque da Saúde, em Cuiabá.

Maria Angélica foi presa no início da noite de quarta-feira, 20, na cidade de Patos de Minas(1.245,8 KM de Cuiabá) por Policiais Civis de Mato Grosso conjuntamente com Policiais da Delegacia de Homicídios de Minas Gerais.

Também foi preso o atirador Antônio Gomes da Silva.

Ele foi preso em sua residência na cidade de Santa Luzia(1.585,6 KM de Cuiabá) região metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais.

PC-MT
Atirador Antônio Gomes da Silva

Segundo a Polícia, Maria Amélia, tinha sido condenada, no último dia 29 de novembro, a pagar R$ 200 mil de indenização ao advogado e ao produtor rural Evelci de Rossi.


Conforme a queixa crime, a relação de Roberto Zampieri com Maria Angélica começou em 2020, quando o advogado foi contratado para representá-la em casos relacionados à Fazenda Lago Azul, hoje conhecida como Fazenda Mineira.

A propriedade, localizada em Ribeirão Cascalheira, pertencia aos pais da farmacêutica. Entre os serviços a serem prestados por Zampieri à empresária e seus pais, estavam a regularização do imóvel rural e sua venda. Vale lembrar que a fazenda não tinha nenhuma benfeitoria. “Ressaltando que a área em questão sempre foi uma área de varjão, similar a do Pantanal e sem qualquer benfeitoria. Inclusive, as invasões da área ocorreram justamente pela falta de cuidado e zelo da Querelada e seus Genitores e, que segundo estes, não o faziam por questão financeira”, diz a queixa crime.

Evalci de Rossi e Roberto Zampieri trataram de toda situação de venda da fazenda e o contrato foi fechado com anuência da Maria Angélica e seus pais.

Desta forma, segundo a representação, estaria encerrando-se a relação entre Zampieri e sua algoz. Mesmo com a venda da fazenda, a representação indica que Maria Angélica frequentava o local com anuência no novo proprietário, já que toda negociação ocorreu de forma pacífica.

Porém, como houve tentativa de invasão à propriedade, Zampieri chegou a acionar o invasor na Justiça, patrocinando ação em nome de Maria Angélica e seus pais, já que toda documentação da fazenda ainda não estaria em nome de Evelci. Foi aí que começou a briga entre ambos.

Com a ação, Maria Angélica notificou Evelci sobre o desfazimento da venda da fazenda e rescindiu o contrato com Zampieri, que acabou no lado oposto à ex-cliente. “Em resposta, os Querelantes encaminharam contranotificações a mesma e percebendo que ânimos entre as partes não estavam mais pacíficos, entendeu por apartar a relação com a mesma, ainda, como a Querelada havia dissolvido a relação contratual com o Dr. Roberto, Evelci o contratou para promover a defesa de seus interesses em prol do referido imóvel”.

A partir daí, Maria Angélica declarou "guerra" a Roberto Zampieri e Evelci. “Convém ressaltar que em tais trechos a Querelada, mediante seu patrono passou a argumentar que (1) o Querelante/ Roberto – traiu seus interesses no âmbito profissional, (2) que o Querelante/Evelci falsificou sua assinatura, obteve sua falsa anuência, e que se trata de estelionatário”, afirma.

A queixa-crime aponta diversas ofensas e acusações contra Zampieri e Evelci. Entre elas, de que o advogado estaria envolvido em venda de sentenças e outras fraudes. “Ainda, se já não bastasse tais alegações, a Querelada, com intuito de fazer valer tais arguições entendeu por registrar boletins de ocorrência justificando que os Querelantes estão ameaçando a mesma, todavia INEXISTE A PRÁTICA DE TAIS COMPORTAMENTOS POR ESTES, incorrendo tais atos em novo crime”.

Zampieri e Evelci demonstraram na queixa-crime que foram alvos de diversos boletins de ocorrência por parte da mandante do assassinato.

Sem provas, ela desapareceu de Ribeirão Cascalheira e registrou acusações na delegacia de Sinop. “Desse modo, é patente a intenção/dolo da Requerida em imputar, falsamente, a prática de crimes pelos Requeridos, bem como ofender a honra objetiva e subjetiva deste perante a sociedade, desse modo, a sua condenação é devida”, assinala a queixa-crime.

null
Advogado Roberto Zampieri

Na sequência, a defesa do advogado e do produtor pede R$ 200 mil - R$ 100 mil para cada - por conta dos crimes de calúnia, injúria e difamação promovidos pela empresária.

O advogado foi morto no início da noite do último dia 05 de dezembro, quando ele saía do seu escritório, no bairro Bosque da Saúde, em Cuiabá.

O assassino se aproximou do veículo do advogado, um Fiat Toro branco, e disparou pelo menos 10 tiros ‘a queima roupa’, antes de fugir.
FONTE/CRÉDITOS: Pagina 12
Comentários:
Alternativa FM- TV QUERÊNCIA CANAL 12

+ Lidas

Alternativa FM

Nossas notícias no celular

Receba as notícias do Rádio Alternativa FM no seu app favorito de mensagens.

Telegram
Whatsapp
Entrar

Veja também

Envie sua mensagem, estaremos respondendo assim que possível ; )