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Vice-governador de MT critica STF e cobra senadores omissos: "existe abuso, o Brasil inteiro está vendo"

O vice-governador e pré-candidato ao governo do Estado

Vice-governador de MT critica STF e cobra senadores omissos:
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O vice-governador e pré-candidato ao governo do Estado, Otaviano Pivetta (Republicanos), cobrou uma ação mais enérgica por parte do Senado Federal para acabar com a guerra ideológica, o que ele chama de “queda de braço”, existente entre os apoiadores e opositores do Governo Federal. O republicano defende que é preciso dar andamento no pedido de impeachment de Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), para que a ordem seja restabelecida no país.

“É preciso retomar a normalidade no Brasil. Alguém tem que ceder. Essa queda de braço está fazendo muito mal ao Brasil, começa a causar danos irreparáveis na economia, sequelas emocionais em boa parte da população, começa a produzir vítimas e isso não é bom”, afirmou o vice-governador à imprensa na última semana.

Na ocasião, Pivetta aproveitou para cutucar o Senado Federal que, segundo ele, não está cumprindo com suas devidas funções constitucionais, especialmente no que diz respeito à atuação do STF na condução do processo que investiga o envolvimento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em uma suposta tentativa de golpe.

Existe abuso, o Brasil inteiro está vendo isso e não é possível continuar assim

“Na Constituição de 88, o Senado recebeu a incumbência de fiscalizar e cuidar do Poder Judiciário, o STF. Só o Senado Federal tem essa prerrogativa. Eu acho que precisa haver uma manifestação do Senado Federal. Existe abuso, o Brasil inteiro está vendo isso e não é possível continuar assim. O Senado pode, sim, restabelecer a ordem no país”, pontuou.

Diante dessas situações, o vice-governador comentou que dar andamento ao pedido de impeachment de Moraes pode ser a solução para acabar com esses problemas. Se caso o impeachment não der certo, ele aposta na tentativa de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI).

“Pode ser [o impeachment] ou uma CPI também. Existe esse dispositivo, por que não? É um dispositivo disponível e os senadores têm que dar uma resposta para a sociedade”, finalizou.

A fala de Pivetta foi feita um dia depois dos senadores de Mato Grosso Margareth Buzetti (PSD), Jayme Campos (União Brasil) e Wellington Fagundes (PL) assinarem o pedido de impeachment do ministro após ele decretar a prisão domiciliar de Bolsonaro. Os parlamentares saíram em defesa do ex-presidente e acusaram Alexandre de Moraes de “cometer abusos” na determinação.

Contudo, mesmo com o apoio dos senadores mato-grossense e a assinatura de 41 parlamentares da oposição, favoráveis a saída do ministro do STF, a decisão sobre o impeachment está nas mãos do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que disse, até o momento, que não irá pautar o pedido.

FONTE/CRÉDITOS: Agencia da noticia
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