A importação de fertilizantes no Brasil deve recuar para cerca de 40 milhões de toneladas em 2026, voltando ao patamar de 2023, mesmo com a expectativa de crescimento na área de plantio. O aumento na área cultivada, que deve chegar a 85 milhões de hectares, não se traduzirá em um aumento proporcional na importação de fertilizantes, que é essencial para a adubação agrícola.
Expectativas de plantio e importação
No ciclo 2025-2026, o Brasil deverá cultivar uma área maior em comparação ao ciclo anterior, mas a importação de fertilizantes não acompanhará esse crescimento. A previsão é que a entrega de fertilizantes caia mais de 10% em relação ao ano passado, quando foram importadas 45 milhões de toneladas.
Dados sobre importação
Expectativas de plantio e importação
No ciclo 2025-2026, o Brasil deverá cultivar uma área maior em comparação ao ciclo anterior, mas a importação de fertilizantes não acompanhará esse crescimento. A previsão é que a entrega de fertilizantes caia mais de 10% em relação ao ano passado, quando foram importadas 45 milhões de toneladas.
Dados sobre importação
- 2022: 38 milhões de toneladas importadas
- 2025: recorde de 45,5 milhões de toneladas
- 2026: expectativa de 40 a 41 milhões de toneladas
Fatores que influenciam a importação
O recuo na importação de fertilizantes é atribuído a diversos fatores, incluindo:
- Aumento dos preços dos fertilizantes devido a conflitos geopolíticos
- Impacto no custo de produção agrícola
- Necessidade de uso mais racional dos fertilizantes pelos produtores
Conclusão
Apesar do aumento na área cultivada, o Brasil enfrenta desafios significativos na importação de fertilizantes, o que pode impactar a produção agrícola nos próximos ciclos. A adoção de práticas mais eficientes no uso de fertilizantes será crucial para mitigar esses efeitos.
FONTE/CRÉDITOS: Olhar Alerta
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