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EXCLUSIVO | Guerra no Oriente Médio pressiona petróleo, mas combustíveis ainda não sobem no Araguaia

O avanço do conflito no Oriente Médio já provoca reflexos no mercado internacional do petróleo.

EXCLUSIVO | Guerra no Oriente Médio pressiona petróleo, mas combustíveis ainda não sobem no Araguaia
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O avanço do conflito no Oriente Médio já provoca reflexos no mercado internacional do petróleo. O barril tipo Brent voltou a operar em alta consistente, impulsionado pelo risco geopolítico e pela tensão envolvendo rotas estratégicas como o Estreito de Hormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.

Apesar da pressão externa, ainda não há registro oficial de aumento nos combustíveis diretamente ligado à guerra na região do Araguaia, em Mato Grosso.

Mercado internacional em alerta

Analistas apontam que o cenário de instabilidade no Oriente Médio elevou o preço do barril acima da faixa dos US$ 80, com risco de novas altas caso o conflito se intensifique. Em economias que seguem o mercado internacional com reajuste automático, a gasolina já começou a subir.

No Brasil, o repasse não é imediato.

Brasil: repasse depende de estratégia da estatal

A Petrobras adota atualmente uma política comercial que evita oscilações bruscas e imediatas nas bombas. O movimento é técnico: a estatal observa o comportamento do petróleo no médio prazo antes de ajustar os preços internos.

Ou seja, se a alta internacional se consolidar por várias semanas, o reajuste pode ocorrer. Mas, até o momento, não há anúncio oficial de aumento vinculado diretamente ao conflito.

Mato Grosso: alta recente foi tributária

No caso de Mato Grosso, especialmente na região do Araguaia, os aumentos observados nos últimos meses tiveram outra origem: mudanças na base de cálculo do ICMS e ajustes internos de mercado.

Levantamentos da Agência Nacional do Petróleo (ANP) mostram que os preços no estado já vinham operando acima da média nacional, mas por fatores locais e tributários — não por reflexo direto da guerra.

Cenário para os próximos dias

O quadro exige monitoramento contínuo. Se o barril permanecer em alta e o dólar sofrer valorização, o impacto pode chegar ao consumidor final nas próximas semanas.

No curto prazo, o mercado no Araguaia permanece estável, sem reajuste extraordinário confirmado.

O Portal Agência da Notícia segue acompanhando os desdobramentos e trará atualizações assim que houver qualquer movimento oficial de reajuste.

FONTE/CRÉDITOS: Agencia da Noticia
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